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Print da gravação de uma reunião on-line feita pelo Google meet com a janela de seis pessoas diversas aparecendo na tela.
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Parceiros Centro de Estudos e Pesquisas ateliescola acaia
Duração Desde 2026

GT de produção de materiais pedagógicos para a equidade racial

Print da gravação de uma reunião on-line feita pelo Google meet com a janela de nove pessoas diversas aparecendo na tela.

O Grupo de Trabalho de produção de materiais pedagógicos com foco na equidade racial nasce como um desdobramento do Projeto Jaê – Educação para Equidade, que implementou uma política educacional antirracista em Santa Bárbara d’Oeste (SP).

Realizado de 2021 a 2025, o Jaê foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, a Roda Educativa e o Centro de Estudos e Pesquisas ateliescola acaia.

A produção de sequências didáticas se consolidou como uma das frentes de trabalho do Jaê e evidenciou a necessidade de ampliar os materiais pedagógicos pautados pela equidade que possam respaldar a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER), em consonância com a perspectiva didática das práticas sociais de linguagem.

A partir dessa demanda, Roda e Acaia constituíram um grupo de especialistas para debater e sistematizar critérios que orientem a elaboração e a seleção de materiais didáticos com foco na equidade.

O grupo parte de um princípio: pedagogias antirracistas não podem ser improvisadas. É preciso critérios consistentes, construídos coletivamente, para orientar tanto a escolha de materiais já existentes como a produção de novos.

Como o GT trabalha

A partir do estudo de referenciais teóricos sobre justiça curricular, sobre posição epistemológica e concepções didáticas; e o contexto social e político da sala de aula, o grupo discute e elabora critérios de análise crítica de materiais didáticos.

Entre os critérios já sistematizados pelo grupo, destacam-se:

  • Adotar um olhar interseccional de raça, classe e gênero, problematizando estereótipos.
  • Tratar as relações raciais como situações concretas, em diálogo com a vivência dos estudantes.
  • Considerar o professor um sujeito em formação constante sobre as questões vinculadas à ERER (Educação para as Relações Étnico-Raciais).
  • Tomar a diferença como constituinte dos processos educativos, e não como tema pontual.
  • Reconhecer a escola como território de disputa racializada.
  • Permitir que o debate sobre relações raciais se estenda além das atividades propostas, envolvendo a comunidade escolar.

O trabalho do GT segue o legado do Projeto Jaê: produzir materiais próprios, construídos coletivamente, que respondam às necessidades reais da prática pedagógica antirracista.

O Grupo de Trabalho de produção de materiais pedagógicos com foco na equidade racial nasce como um desdobramento do Projeto Jaê – Educação para Equidade, que implementou uma política educacional antirracista em Santa Bárbara d’Oeste (SP).

Realizado de 2021 a 2025, o Jaê foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, a Roda Educativa e o Centro de Estudos e Pesquisas ateliescola acaia.

A produção de sequências didáticas se consolidou como uma das frentes de trabalho do Jaê e evidenciou a necessidade de ampliar os materiais pedagógicos pautados pela equidade que possam respaldar a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER), em consonância com a perspectiva didática das práticas sociais de linguagem.

A partir dessa demanda, Roda e Acaia constituíram um grupo de especialistas para debater e sistematizar critérios que orientem a elaboração e a seleção de materiais didáticos com foco na equidade.

O grupo parte de um princípio: pedagogias antirracistas não podem ser improvisadas. É preciso critérios consistentes, construídos coletivamente, para orientar tanto a escolha de materiais já existentes como a produção de novos.

Como o GT trabalha

A partir do estudo de referenciais teóricos sobre justiça curricular, sobre posição epistemológica e concepções didáticas; e o contexto social e político da sala de aula, o grupo discute e elabora critérios de análise crítica de materiais didáticos.

Entre os critérios já sistematizados pelo grupo, destacam-se:

  • Adotar um olhar interseccional de raça, classe e gênero, problematizando estereótipos.
  • Tratar as relações raciais como situações concretas, em diálogo com a vivência dos estudantes.
  • Considerar o professor um sujeito em formação constante sobre as questões vinculadas à ERER (Educação para as Relações Étnico-Raciais).
  • Tomar a diferença como constituinte dos processos educativos, e não como tema pontual.
  • Reconhecer a escola como território de disputa racializada.
  • Permitir que o debate sobre relações raciais se estenda além das atividades propostas, envolvendo a comunidade escolar.

O trabalho do GT segue o legado do Projeto Jaê: produzir materiais próprios, construídos coletivamente, que respondam às necessidades reais da prática pedagógica antirracista.

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